Cap. II - Alma e Pensamento
(01/08/2009)
Recolhamos, pois, das claras fontes do Evangelho do Senhor, a água cristalina da fraternidade, pura e desinteressada, para que nos seja possível
- saciar os famintos,
- dessedentar os sequiosos,
- reconfortar os tristes,
- erguer os que tombaram nos desfiladeiros do sofrimento, enviando a todos os cavaleiros da redenção com Jesus, mesmo à distância, nas luminosas asas do pensamento reto, os suprimentos da alegria: os fertilizantes do bem e a suave melodia do otimismo e da esperança.
A nossa presença, mesmo através do pensamento, junto aos que palmilham, conosco, os roteiros aprimoratórios, deve ser uma presença sadia e alegre, edificante e fraterna.
Isso depende, essencialmente, de cada um de nós.
O meio é a seleção, criteriosa, dos nossos pensamentos.
O coadjuvante, valioso e indispensável, é a nossa boa vontade. A boa vontade que persevera até o fim.
Fonte: PERALVA, Martins: pelo espírito Emmanuel. O pensamento de Emmanuel. 2ª ed. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 1978, p.33.